Pombal perseguiu implacavelmente os seus inimigos políticos, reduziu os poderes da nobreza e do clero, como o demonstram a execução dos Távoras e a expulsão dos jesuítas (1759). Paralelamente, porém, desenvolveu o comércio e a navegação, centralizou e agilizou os serviços públicos e reformou as finanças, as alfândegas e o ensino (que sofrera um rude golpe com a expulsão dos jesuítas), as bases do ensino secundário e profissional e a criação do ensino primário. A indústria e a agricultura receberam também sob o seu governo um forte impulso. A recompensa por todos estes serviços foram o título de conde de Oeiras (1759) e de marquês de Pombal. (1769). Com a aclamação de D. Maria I (1777), veio a chamada «Viradeira», ou seja, a reacção contra o despotismo com que Pombal dotara o poder real. O marquês foi afastado do poder, submetido ao degredo em Pombal (1781).
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