A criação do Real Instituto de Socorros a Náufragos, fundado em 1892 sob o alto patrocínio da Rainha D. Amélia, como entidade privada de beneficência, insere-se, embora tardiamente, num movimento europeu de fundação de associações de salvamento marítimo. Esse movimento surgiu em reacção ao elevado número de naufrágios que aconteciam nas costas europeias e levou, ao longo do século XIX, à criação de instituições beneficentes que se dedicavam ao salvamento de náufragos em quase todos os Estados ribeirinhos das costas europeias.
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