Em 2008, os primeiros a festejar a vitória de Barack Obama são os muitos afro-americanos espalhados por toda a América. Representam cerca de 13% da população dos EUA.
"É uma noite inacreditável. Hoje podemos celebrar e agradecer a Deus. Martin Luther King deve estar a olhar do céu e a dizer aleluia", disse John Lewis, na Georgia.
"Está mesmo a fazer-se história. A noite vai ficar na minha memória e na memória dos meus filhos", afirmou Sheneka Mayes, em Atlanta, onde centenas de pessoas fizeram uma vigília no túmulo de Martin Luther King, para honrar a memória de outro afro-americano que mudou o mundo.
"O sonho [de Martin Luther King] não era só conquistar um alto cargo. Era usá-lo para ajudar toda a gente", garantiu Al Sharpton.
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